Phil Kieran

Phil Kieran
Inglaterra
“Música é a arte do pensamento com sons” (Jules Combarieu)
Pelos sons da mente de Phil Kieran deve existir uma diversidade no universo dele com amor pela música boa. Com eletrônica ele se lançou como um prolífico produtor que trabalha duro como Dj, tem viajado no estilo do espectro da música eletrônica. Sempre comum repleto de energia e vibrando nas ‘baselines’, o ‘set’ de Phil Kieran pode confiantemente guiar o ‘dancefloor’ entre um labirinto de emoções usando Techno, Eletro e House como um cartão postal com o estranho desvio via Joy division e Depeche Mode.
Phil formou a banda “Alloy Mental” que são sintomas da mente de um artista, nascido para criar algo novo. Dividindo ‘ranks’ com o vocalista Corrigan (que estava afastado), o par embarcou numa jurnê para redefinir os limites da dance music para sempre, adicionando uma dose saudável de ‘heavy guitar’ e por fora trabalhando para um novo álbum.
A banda quebrou dois anos de silêncio com o release do nome da faixa deles “Alloy Mental”. Quebrar o novo record em clubs ao redor do mundo, e também na Radio 1 djs Zane Lowe e Annie Mac na lista dos mais tocados é constante na casa.
Isso tem sido como uma excursão para Mr Kieran. Obcecado por música desde jovem, tocando com a Indie Records, roubando do seu irmão mais velho, para celebrar o artista internacional de hoje. Nos dias de hoje, Phil toca uma contínua agenda de datas, entre a Ásia, América do Sul, Europa e é claro o Reino Unido.
Uma vez conhecido como um forte produtor em techno, ele tem realizado ‘tracks’ e selos incluindo Eletrix, Kingsize, Novamute, Skint, Soma e Yoshitoshi.
Phil descobriu cedo sucessos que agora esta com ele; com ‘Vitalian House’, cedo, o produtor pode brigar fortemente com artistas requisitando seus remixes.
Notoriamente no meio desses re-trabalhos estão Agoria - “L´onzieme Marche”, Nitzer Ebb - “Murderous” e mais recentemente remixes por Sons of Slough, VHS ou Beta e o T. Raunmschere do primeiro álbum solo.
Durante o fechamento do estúdio Alloy Mental, Phil continuou trabalhando em produções solo, mas somente há pouco tempo levantou seus próprios esforços para realizar novos ‘tracks’ em Kingsize, Shine e Tronic em 2005.
Alloy Mental já esta construindo uma intensa reputação como um ato de viver, seguindo ‘gigs’ no Shine (Belfast), o festival de Celtronic, e uma performance no show de aniversário de Annie Mac na Radio 1 BBC. Rebanhos de disciplina têm convertido para um novo som, alguns jornalistas entre o meio da música tem dito isso intensamente: cada batalha para decidir se isso é ‘ dance music que se dança ou punk music que você pode dançar também’.
O que seja, com um débito de realizar um álbum no começo de 2006; uma multidão de datas assegurando sua própria agenda de dj, o futuro que Phil Kieran olha, bem é, em… Mental.
"After silence that which comes nearest to expressing the inexpressable is music" (Aldous Huxley).
Phil Kieran seguramente não está calado mas ele ainda continua nos dando a música, em lugar de engordar a mídia exagerada, ele tem a intenção em deixar a música dele falar por si própria.
Os sets do DJ Phil Kieran são únicos, sem igual; uma receita adepta de techno, temperada com beliscões de breakbeat e electro. Usando esta aproximação aberta, Phil foi obsessivo, e criou o estilo de "pé na tábua" da “dancing music” desde os anos adolescentes dele.
Ele foi o residente do Shine Club, em Belfast quando tinha 19 anos e durante os nove anos seguintes promoveu uma coluna vertebral para o legendário clube irlandês.
