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Suicide Sports Club

Suicide Sports Club
Inglaterra

Como fundadores, Luke Brancaccio e Bruce Aisher acreditam na visualização da música. O panorama musical de Brancaccio inclui paixões pelo cinema e artes: Mozart, Jim Morrisson e Burt Bacharach são algumas de suas influências. A carreira de Luke teve início em Los Angeles, onde chegou sozinho no início dos anos 90, sem dinheiro e apenas com uma sacola de discos. A partir de então, começou a promover uma noite bastante popular, a Starfucker, e logo, tornou-se destaque no cenário local. A ligação com Bruce se deu na gravadora Rollo Checky e em pouco tempo, a dupla se transformou em sinônimo da cena eletrônica dos anos 90. Fotógrafo e amante desta arte, Aisher desafia limites ao inserir elementos visuais durante seu set.

Por mais que o nome Suicide Sports Club possa fazer referência a algo depressivo ou desiludido, a intenção dessa dupla é transmitir a mensagem oposta. Eles pretendem atingir aqueles que vivem na margem, no limite e que não têm medo de “jogar tudo para o alto”. Em novembro de 2005, fruto de um grande esforço para propagar seus conceitos arrojados, o LP “Eletric Mistress” é lançado. Os tracks “My Black” e “Looks Like”, que aparentemente são paradoxos, captam o valioso desconhecido presente nas memórias do inconsciente, muitas vezes não identificáveis. Diversas vertentes fazem parte de seu repertório, que forma um todo bastante coerente: do voodoo drums (Occupy uour Space) aos zumbidos orgânicos e vocais sussurrados (Hey! Fever).

Nos últimos meses, o duo tem trabalhado em produções honestas, genuínas e espontâneas. De fato, eles não têm ambição de instaurar na cena algum conceito primordial, sua música tem a ver com a vida cotidiana, pessoas reais e lindas mulheres. É evidente que há as musas de inspiração. Em suma, o álbum pretende oferecer um ‘insght’ único sobre a cena e círculo social, vida e amores, altos e baixos.